A Bugatti, famosa por sua dedicação à excelência automotiva, acaba de restaurar um modelo icônico: o Veyron Grand Sport Vitesse, agora com uma impressionante carroceria de alumínio polido. Este exemplar raro, que já foi visto nas mãos do piloto de Fórmula 1 Fernando Alonso em Mônaco, recentemente passou por um meticuloso processo de recuperação na sede da fabricante, em Molsheim, na França.
Identificado pelo chassi 8.100, o Veyron foi submetido a um rigoroso trabalho de certificação e reconfiguração, visando resgatar suas características originais e preservar a rica história do modelo. O programa La Maison Pur Sang, da Bugatti, foi responsável por esse restauro, que se destaca não apenas pela restauração, mas também pela busca de autenticidade e pela pesquisa histórica dos veículos.
Embora os custos da restauração e do carro não tenham sido revelados, o processo incluiu a remoção de personalizações realizadas anteriormente, permitindo que o Veyron voltasse a refletir o design original. A Bugatti, no entanto, não divulgou quais peças foram especificamente trocadas ou reparadas durante o restauro.
O acabamento em alumínio polido é um dos principais atrativos desse modelo. Em vez de uma pintura convencional, a carroceria expõe o metal, criando um efeito espelhado que capta a luz de forma única. Para isso, a Bugatti utilizou blocos de alumínio de até 20 toneladas, que passaram por um cuidadoso processo de fabricação antes de serem integrados ao veículo.
O interior do Veyron não decepciona: com um acabamento em couro vermelho Carmine Red, fibra de carbono e alumínio polido, o ambiente reflete a exclusividade e a atenção aos detalhes. Com um motor W16 de 8.0 litros, o Veyron Grand Sport Vitesse ainda impressiona com seus 1.200 cv de potência, reafirmando seu lugar entre os supercarros mais desejados do mundo.
Além do Veyron, Fernando Alonso também possui um Pagani Zonda Roadster Diamante Verde, um superesportivo igualmente raro e exclusivo, adquirido por meio da mesma empresa que restaurou o Veyron. Este modelo, fabricado em 2017, destaca-se por sua combinação única de fibra de carbono e pintura especial, e é impulsionado por um motor V12 de 760 cv.
Esses veículos não são apenas máquinas; são verdadeiros ícones do design e da engenharia automotiva, e suas restaurações refletem o compromisso da Bugatti e da Mechatronik em preservar a história e a inovação no mundo dos supercarros.


